quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Texto de Moacir Gadotti [1]

Lê o texto de Gadotti  foi extremamente relevante pois alguns trechos nos remete a  realidade e concordo quando diz que "não priorizar a educação de jovens e adultos é penalizar duplamente os analfabetos. 
Não há sociedades que tenham resolvido seus problemas sociais e econômicos, sem equacionar, 4 devidamente, os problemas de educação, e, não há países que tenham encontrado soluções de seus problemas educacionais, sem equacionar, devida e simultaneamente, a educação de adultos e a alfabetização. " 

Precisamos dentro da escola de coordenadores pedagógicos que colaborem com a construção de um currículo que atenta as necessidade do alunado e que leve em conta a realidade local. A EJA não pode ser o fim do percurso educacional e sim as portas para novas oportunidades. 

O  texto de Gadotti cita a Educação Popular de Paulo Freire que acredita que  o conhecimento tem um papel crítico e transformador. Uma política de educação popular de jovens e adultos, nessa perspectiva, precisa assegurar que a construção e a socialização do conhecimento promova o diálogo entre o saber popular e o conhecimento científico. 


Diário Reflexivo - O que é?

O Diário Reflexivo/Formativo é uma atividade na qual você irá registrar, processualmente, sua  trajetória durante essa formação. Isso significa que deverá escrever diariamente informações e reflexões sobre suas experiências durante a participação neste curso. Você poderá separar um pequeno caderno somente para esse objetivo, ou mesmo usar um editor de texto para ir compondo esses escritos, o importante é não deixar de registrar tudo que está acontecendo com você durante essa formação, numa perspectiva de que  aprendizados significativos não se separam das demais experiências cotidianas.
O objetivo é que todos esses registros possam ser revisitados, selecionados  e formatados por você e gere um documento final,  que estamos chamando de Diário Reflexivo/Formativo.
Ao longo da formação, teremos outras oportunidades de falarmos mais sobre essa atividade processual.
Entre os dias 03 e 05.11 deparei com a proposta de refletir sobre: Eu, educadora da EJA e passou um filme em minha mente afinal são 11 anos trabalhando no escuro. Na minha graduação essa modalidade de ensino não é focada nem discutidas nas aulas, aprende-se na prática nos erros e acertos. Sigo na única certeza de que faço o que mais gosto!!



EJA, reflexão constante!

Iniciando o curso de formação em Educação de Jovens e Adultos foi pra mim de grande alegria devido trabalhar nessa modalidade de ensino sem um norteador pedagógico claro. Várias indagações surgem na minha trajetória de muitas barreiras e preconceitos.

Como professora de química trabalhar na EJA no noturno o desafio constante, perguntas como: Pra quem tô ensinando? Qual o objetivo dessa aprendizagem? É constante e deparo-me com conflitos de o que ensinar? O que de fato será uma aprendizagem significativa para a vida desses jovens e adultos que chegam na sala de aula desacreditados e desacreditando ...

Aqui se inicia-se o diário reflexivo de uma professora que não se cansa de estudar e pesquisar sobre a sua própria prática...

Bons estudos!!